Quer enganar a quem, governador?

Segundo dados apontados pelo @sinfazfiscomg, governo mineiro tem saldo em caixa em torno de R$ 34 bi. E, mesmo assim, anuncia, durante audiência, recomposição em torno de 3,64%, quando, na verdade, a inflação oficial do Brasil, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), fechou o acumulado de 2023 em 4,62%.

A falta de recomposição salarial em um contexto de inflação e aumento de arrecadação coloca os servidores em uma situação vulnerável.

A recomposição inflacionária é DIREITO consumado, previsto no artigo 37, X, da Constituição Federal (CF/88), assegurando ao funcionalismo público o direito à revisão geral anual de salários, “sempre na mesma data e sem distinção de índices”.
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Todavia, os discursos dos últimos anos do governo do Estado só evidenciam a intenção de extinguir esse Direito, alegando “ausência de recursos nos cofres públicos”.
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Cuidado, pessoal! O governo vem ludibriando a opinião pública sobre as contas do estado, para deixar de cumprir o seu único objetivo: garantir que as forças de segurança recupere seu poder de compra. Não estamos falando de aumento salarial, com reajustes acima da inflação. Estamos falando de correção salarial.